Muitas empresas investem na dependência exclusiva de trabalho com inspeção pós-fabricação e a análise de identificação precoce de áreas problemáticas e requisitos de manutenção, para que estejam atentas sobre possíveis situações complicadas e, assim, seja realizado um processo de veiculação de campanha de dados com maior abrangência e confiança ao cliente.

Afinal, uma vez que empresas começam a utilizar dados para medir e melhorar a qualidade, quer dizer que estão realizando inspeção nos produtos após a fabricação e gerando relatórios de garantia. Embora essas atividades ainda sejam válidas, o mundo da qualidade e segurança de produto se torna mais atualizado, como muitas outras áreas de negócios, criadas por novas formas de colher e analisar dados.

Muitas também adotam o trabalho de inspeção pós-fabricação que, por sua vez, está sendo ampliado para o fornecimento de componentes, logística e distribuição. Incluindo novas fontes de dados – de sensores a conversas de call center -, que estão aumentando as inspeções tradicionais de produtos. Essas inovações estão transformando a gestão de qualidade e segurança em negócios baseados em ativos.

As alterações estão começando a mudar com os processos relacionados aos veículos, já que os produtos são relativamente caros, e os fabricantes de ponta procuram se concentrar no serviço e na qualidade, além disso, as implicações de segurança também entram nesse planejamento, o que faz esse setor crescer.

Essa revolução não é algo que pode acontecer mais pra frente, até porque, nos dias de hoje, se encontram várias empresas que já implementam diversos componentes desses. Inclusive, essas inovações no uso de dados e de novas tecnologias ajudam na parte de colaboração das organizações, para que assim, a qualidade e segurança sejam positivas da mesma forma.

Essas novas ferramentas permitem maneiras totalmente novas de monitorar e melhorar os produtos e exigem um foco além dos departamentos tradicionais de qualidade ou garantia dentro das organizações.

Além disso, podem entrar em organizações de desenvolvimento de produtos, logística e relacionamento com fornecedores, serviço pós-venda e até marketing e vendas. E é claro, que as organizações de TI precisarão estar envolvidas para coletar, armazenar e integrar dados, além de ajudar nas capacidades cognitivas e de análise.

Essas inovações abrangem diversas áreas, que podem auxiliar um diretor de operações ou até mesmo um CEO para ter a responsabilidade pelo próprio projeto. Caso contrário, a exploração e o valor derivado de inovações tecnológicas podem não dar certo, ou podem ser vítimas de culturas que não suportam uma orientação por dados.

Dado o fluxo contínuo de avanços tecnológicos e os desafios de analisar novas fontes de dados, é possível entender que essa jornada de transformação é um longo caminho.

Afinal, nesse novo século revolucionário para a tecnologia e para o mundo digital, estamos entrando no período de inovação generalizada e contínua em tecnologia e abordagens de gerenciamento e de busca por mais qualidade.

Mas, como tudo tem um porém, podemos citar que as inovações precisam estar mais acessíveis para que as empresas possam se beneficiar da adoção de práticas líderes e de tecnologias bem estabelecidas.

Já as organizações que continuam a ver a qualidade e a segurança como uma disciplina lenta e voltada para trás podem sofrer em termos de aceitação no mercado e desempenho insatisfatório dos negócios.

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