Desenvolvido pela agência Casa Mais, o projeto sem fins lucrativos Alegria Virtual busca levar a Realidade Virtual como forma de terapia para ambientes hospitalares e, atualmente, leva diversão para as crianças em tratamento contra o câncer do Graacc, todas as últimas sextas-feiras de cada mês.

O método de tratamento chamado Terapia de Realidade Virtual comprovadamente auxilia na diminuição de dor durante diversos tipos de tratamento, já que mantém o cérebro entretido em um ambiente divertido e relaxante.

As ações, coordenadas pelo CEO Fabio Costa, tem como base dados que confirmam que a tecnologia VR é uma poderosa ferramenta imersiva e com retorno efetivo no auxílio de pacientes, podendo ajudar a reduzir 31% da dor e 25% da ansiedade.

“É nítido e muito gratificante vermos o quanto podemos auxiliar essas crianças em um tratamento tão complicado. A energia trocada é renovadora e ficamos imensamente felizes ao notar o quanto a tecnologia de Realidade Virtual pode ser útil também neste aspecto. Não tem preço ver a alegria no rosto dessas crianças depois de uma experiência VR”, comemora o CEO da Casa Mais Fabio Costa.

O fato de as crianças estarem confinadas no ambiente hospitalar pode parecer muito chato e desanimador e a Realidade Virtual pode levá-las para um mundo paralelo e dos sonhos e, consequentemente, retomar a alegria, a esperança e a energia para continuar sua jornada, já que esse tipo de ferramenta terapêutica transforma o espaço de tratamento em um ambiente mais acolhedor, lúdico e divertido, apresentando vídeos em 360 graus por meio dos óculos de Realidade Virtual, como confirma a coordenadora da Brinquedoteca do Hospital do GRAACC, Patrícia Pecoraro:

“Entre consultas, exames e procedimentos, o tratamento oncológico pode exigir que os pacientes permaneçam longos períodos no hospital, portanto, ações como o projeto Alegria Virtual são muito importantes para que eles tenham momentos de lazer e desenvolvimento. Envolvidas em atividades lúdicas, as crianças e os adolescentes têm mais qualidade de vida e maior adesão ao tratamento”, explica coordenadora da Brinquedoteca do Hospital do GRAACC, Patrícia Pecoraro.

Os conteúdos apresentados são livres ao público infantil e as interações variam para cada paciente, se adequando com as orientações médicas conforme a condição de saúde.

 

 

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