Segundo diversos executivo da área de tecnologia, o Brasil em breve terá um mercado de Internet das Coisas em forma de serviço. Até o ano que vem, prevê o CEO da WND Brasil, Francisco Cavalcanti, o país terá Internet das Coisas com esse modelo de negócio. Os dispositivos serão embarcados em TVs, geladeiras, em baterias e em tantos outros negócios de diversos setores. “O mercado nacional está efervescente, em franco crescimento. O tsunami da Internet das Coisas está de fato chegando”, sustenta o executivo.

Em entrevista, durante o IoT Latin America, realizado em São Paulo, Francisco Cavalcanti afirma que, quase um ano depois da ativação da rede dedicada à IoT, com capilaridade nacional, as provas de conceitos se multiplicam. “Estamos fazendo uma POC para a conexão de 18 milhões de objetos. Há vários outros acontecendo. As utilities de água e luz são, hoje, o nosso principal mercado. Foi uma vertical que surpreendeu”, avalia.

Em contrapartida, o agronegócios não ‘decolou’ como o esperado, acontecendo apenas nas grandes empresas. “Esse é um mercado que precisa de muita cultura de uso da tecnologia. Ainda não está maduro o suficiente”, observa Cavalcanti.

Monitoramento on-line já é fundamental em vários setores

Já o segmento de logística avança de forma efetiva. “Muitas indústrias precisam rastrear seus produtos ao longo do país. Não um traqueamento em tempo real, mas um monitoramento efetivo que assegure a não paralisação da linha de produção”, acrescenta.

Em outubro do ano passado, a WND Brasil ativou a sua rede, que usa frequência não licenciada e a tecnologia Sigfox. A infraestrutura é 100% dedicada à Internet das Coisas. E já cobre 100% todas as capitais nacionais e áreas relevantes para o agronegócios, como o interior do Mato Grosso e Tocatins, cobrindo 120 milhões de pessoas no país. Assistam a entrevista com o CEO da WND, Francisco Cavalcanti.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here