As pessoas pensam em Inteligência Artificial com o conceito arquetípico da ficção científica como o Jarvis, do Homem de Ferro, o clássico Exterminador do Futuro, ou até mesmo o conhecido Watson, da IBM entre outros exemplos. Mas, ela está presente e sendo utilizada no mais diversos setores de nossas vidas.

Um deles é o mundo das finanças que vem evoluindo rapidamente. Empresas financeiras, consultores e startups – que vão desde grandes nomes de Wall Street como Morgan Stanley – estão descobrindo novas maneiras de pagar, emprestar, investir e conduzir quase todo tipo de transação financeira. E o ritmo dessa inovação não está desacelerando, ao contrário, ele está aumentando cada vez mais.

A Inteligência Artificial está redefinindo a indústria financeira tradicional. Nos últimos anos, houveram muitas mudanças quanto aos avanços tecnológicos e a quantidade de dados disponíveis, tanto públicos quanto privados, que as empresas passaram a ter (muito conhecido como Big Data na atualidade).

A partir de então passou a ser necessário novas técnicas e formas de analisar esses dados e extrair informações relevantes. Desse modo, diversas técnicas de Inteligência Artificial começaram a ser aplicadas.

Desde a revolução industrial existe a apreensão da substituição de postos de trabalho por máquinas, mas esse receio persiste apenas no inconsciente da população. A IA não irá suplantar os seres humanos, e sim tornar os trabalhos ainda mais eficientes e produtivos. Como sempre ocorre na evolução, as profissões devem ser adaptadas às novas necessidades que forem surgindo. É um mundo em transformação.

Na IOUU Tecnologia e Serviços Financeiros estamos aplicando diversas técnicas de Inteligência Artificial para melhorar diversas áreas. Desde o cadastro do usuário que já é feito com um chatbot (utilizando natural language processing) para melhorar a experiência, o processo de análise de crédito de uma empresa (usando Machine Learning), e indicações para investimentos baseadas no perfil de cada um.

As empresas que não se adaptarem a essas novas realidades perderão com certeza mercado e deixarão de fazer parte dessa revolução tecnológica.

O artigo é de Ricardo Gobbo, co-fundador da IOUU

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