Internet das coisas, Robotização, Big Data, Machine Learning… todos os dias esses temas incitam o debate sobre o futuro do mercado de trabalho. É a tal transformação digital, um processo que integra a tecnologia digital em todos os aspectos de uma empresa.

Uma transformação barulhenta, aquela que divide opiniões e está sempre no centro das discussões. E como essa transformação impacta na sua empregabilidade?

No Mercado de Trabalho só discutimos a tecnologia em si como parte mais importante do futuro das carreiras. Entretanto quando o assunto é empregabilidade – habilidade de conseguir emprego e renda sem precisar de um único empregador específico. É poder escolher ao invés de ser escolhido pelo empregador – a tecnologia fica em segunda plano.

Quando consideramos o fator empregabilidade, a tecnologia não pode ser vista apenas como um suporte para aumentar a eficiência das empresas e sim como algo integrado, estratégico que passa a fazer parte do modelo de negócios de uma empresa.

Nesse contexto, o profissional que se especializa o tempo inteiro e está atento a velocidade das mudanças, tem uma facilidade muito maior de reinventar processos internos e repensar modelos que podem trazer resultados positivos para as empresas.

Se reinvente e renove a ‘vitrine’

Já que nenhuma indústria está imune a realidade da automação, precisamos praticar o desapego e não nos limitarmos na ideia de seguir uma única carreira para todo o sempre.

Temos que ser flexíveis para desempenhar novas funções e ir em busca de uma aprendizagem multidisciplinar contínua. O profissional que tem essa postura, está há anos luz na frente dos demais. É aquele que está pronto para trabalhar o seu marketing pessoal.

Os times de RH passam a enxergar esse tipo de profissional não mais como um mero colaborador, e sim como a solução inteligente para uma determinada área do negócio.

E para ser notado pelos recrutadores basta utilizar as ferramentas que tem na mão: vídeo apresentação com as técnicas do Elevator Pitch, perfil campeão no Linkedin e tome sempre conhecimento das técnicas de entrevista e negociação salarial.

Agindo assim teremos sempre as ‘rédeas’ da situação em nossas mãos. Seremos donos e protagonistas de nosso futuro profissional. Teremos a chance de escolher a porta que queremos abrir.

Esse artigo é de Claudio Riccioppo, membro da Associação Brasileira de Recursos Humanos

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