As autoridades de defesa trabalham com a prontidão, seja ela um foco antigo ou algo mais atual, nada pode ser deixado de lado. Para isso, os recursos digitais vêm amadurecendo durante os últimos anos. A ciência de dados, a computação em nuvem e a inteligência artificial -, têm ajudado muito os militares a se prepararem com maior eficiência.


Enquanto diversos militares em todo o mundo procuram aumentar o valor de cada moeda recebida em seus orçamentos, a tecnologia contribui com o avanço que precisava ser ainda maior. Afinal, a prontidão é o treinamento e a integridade de uma unidade e o status de manutenção de seus equipamentos.

Para os leigos, pode-se dizer que a prontidão é “a capacidade das forças militares de lutar e atender às demandas das missões designadas”. Por isso, o espectro de prontidão abrange desde o ponto mais estreito até o mais amplo, proporcionando aos tomadores de decisão não apenas as visões de alto nível necessárias para as questões estratégicas, mas também os detalhes necessários para fazer melhorias táticas.

Muitas organizações estão investindo em tecnologias digitais pela praticidade de realizar fluxos de dados em tempo real extraídos de medições do mundo real. Inclusive, todo check-in de funcionários, cada rotação de uma turbina conectada e batida do coração detectada por um dispositivo vestível podem gerar dados significativos.

Essa nova riqueza de dados significa que as organizações podem gastar menos tempo desenvolvendo modelos do mundo (não entendi muito bem, talvez pudesse trocar por protótipos ou estratégias, dependendo do que você quer dizer com “modelos do mundo”) e começar a olhar diretamente para o mundo real.

Isso seria sim, uma nova abordagem para a prontidão, baseada em dados atualizados. O que pode parecer quase impossível de implementar. Afinal, encontrar a localização e o status de cada equipamento e de todos os membros do serviço parece um desafio quase intransponível.

Porém, existe uma solução que atende muitas necessidades para qualquer público, inclusive na prontidão para militares, a tão famosa Indústria 4.0.

A questão central da prontidão é atender aos desafios de negócios enfrentados por muitas empresas. Portanto, as abordagens e tecnologias da indústria, quando recombinadas de novas maneiras, podem ajudar a resolver desafios semelhantes para as forças armadas.

É necessário saber quais recursos que serão necessários, de fato, para a realização de uma missão, que pode parecer simples, porém possui um “armamento” mais pesado. Por isso, os serviços de prontidão para as forças armadas devem existir.

Até porque, as unidades e os recursos necessários para as principais missões são definidos com bastante antecedência nos planos estratégicos em todos os níveis de comando. Mas pode haver uma grande diferença entre operações militares planejadas e operações militares executadas com sucesso.

É preciso entender que os diferentes parâmetros de um lugar de missão exigem novas ações e medidas das forças que a executarão. Tudo, desde a tarefa mais simples ao terreno, ao clima, ao inimigo particular que está sendo enfrentado, pode mudar a composição e as habilidades necessárias para executar essa missão.

Em outras palavras, a ferramenta de aprendizado de máquina poderá sugerir com segurança as capacidades necessárias para futuras missões. Mas o mais importante é que essas sugestões não serão feitas a partir de suposições ou melhores estimativas; elas serão baseadas em lições duramente obtidas de missões do mundo real.

No final das contas, a vantagem militar não vem tipicamente das novas tecnologias, mas sim de como elas podem ajudar a melhorar nos processos e o trabalho das pessoas.

Assim, os tomadores de decisão podem implementar um plano para usar os dados e, assim, redirecionar suas forças e aumentar a prontidão. Ao distribuir tecnologias comprovadas em novas configurações nas forças armadas, os líderes poderão em breve ter uma imagem real, em tempo real de suas forças, possibilidade que há poucos anos iriam parecer ficção científica.

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