A tecnologia Blockchain vem ganhando forças no mundo inteiro, mostrando que é muito além do bitcoin. O setor que mais utiliza dessa tecnologia ainda é o financeiro, mas o Blockchain já está inserido em outros setores. Segundo relatório realizado pela IDC, estima que os gastos mundiais com soluções de blockchain devem chegar a quase US$ 16 bilhões em 2023. Somente para este ano, a expectativa é de que os gastos utilizados com a tecnologia Blockchain saltem 80% em relação a 2018.

Fundada em 2011, a Rhizom desenvolveu o primeiro protocolo escrito 100% do zero na América Latina, que oferece alternativa de ecossistema para desenvolvimento de soluções baseadas em Blockchain de forma mais rápida, segura e inteligente.

Em julho deste ano a Rhizom iniciou a sua operação de venda, e desde então aumentou consideravelmente a procura por sua solução em Blockchain, principalmente por clientes interessados em Rastreabilidade e Tokenização de ativos. Até o momento a empresa cresceu 334% seu faturamento nos último três meses.

A Rhizom já desenvolveu soluções em Blockchain para outros setores como por exemplo: Indústria Alimentícia, Agronegócios, Museu e Artes, Economia Criativa, Financiamento Coletivo (crowdfunding), entre outros.

“O Blockchain se mostrou o melhor caminho para a implementação desses recursos e nos possibilitou iniciar o desenvolvimento de soluções integradas com maior escalabilidade, através de ferramentas proprietárias extremamente refinadas, entre elas contratos inteligentes mais robustos e ferramentas de automação em escala”, comenta Luciano Britto, CEO da Rhizom.

Se antes a falta de segurança sempre causava um certo receio, a aplicação do Blockchain utilizado nas transações das criptomoedas chega como uma maneira de mudar completamente esse temor na terceira geração da internet – a web 3.0 – já no nosso dia a dia.

A expectativa é de que esse protocolo devolva a posse dos dados a quem os gera – nós usuários. Pois garantirá uma internet de identidades auto-soberanas (SSI em inglês). Isso permitirá autenticar as pessoas por suas próprias chaves de armazenamento de dados pessoais. Com isso, as informações trafegadas serão criptografadas e a decisão de compartilhamento com outras plataformas ou terceiros passa a ser do usuário.

E, para acrescentar, a aplicação do Blockchain na web 3.0 promoverá a descentralização do armazenamento dos dados, hoje ainda centrados em servidores das grandes empresas.

As informações rodarão, dessa forma, em um ambiente completamente distribuído. Assim, as grandes corporações não deverão controlar os dados dos usuários. Por outro lado, vai propiciar uma dificuldade maior para os hackers ou exploradores invadirem a rede.

Por essas e outras, é possível perceber que a adoção do blockchain não será só importante do ponto de vista da segurança, como também irá trazer de volta alguns aspectos mais humanos antes esquecidos na rede.

Afinal, o usuário poderá se preservar para si mesmo ou compartilhar apenas para quem quiser, apenas. Com isso, a nova geração trará avanços tecnológicos e, ao mesmo tempo, um resgate da opção de manter sua intimidade resguardada.

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