Reduzir a imprevisibilidade do mercado. Esse é o grande alvo de quem trabalha com análise de dados nesse processo de transformação digital. Afinal, os dados gerados hoje moldam os produtos de amanhã. Foi o que compreenderam algumas empresas ligadas ao agronegócio que aderiram à chamada Agricultura 4.0.

Nessas organizações, apontamentos manuais, gerenciamento visual da produtividade e controle de safra foram substituídos pelo mapeamento completo da área de plantio por via computacional, gestão eletrônica de insumos baseada em sensores, ferramentas de alerta sobre pragas, entre outras facilidades. O resultado, evidentemente, é o aumento exponencial da produção, redução de perdas e elevação da rentabilidade do negócio.

Na Ciência, gigantes da tecnologia vêm trabalhando para criar sistemas capazes de escanear mutações genéticas que permitam identificar o melhor tratamento para cada tipo de câncer (é o caso do supercomputador Watson). Nos Estados Unidos, uma startup criou uma solução que mede a inflação a partir do cruzamento de dados oriundos de fotos dos preços em diversos pontos da cidade.

Há também casos de gestão inteligente de tráfego, como implementado pela prefeitura de Dublin, além de projetos de vanguarda que mineram as redes sociais para evitar suicídios.

Seja qual for a perspectiva, há em comum, em todas as situações, a necessidade primordial de criar previamente uma estrutura de captura, armazenamento e análise de dados. Sem gestão de dados, definitivamente, não há como manter uma empresa de portas abertas no longo prazo.

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