Fundada em 2014, a SuperGeeks é a primeira e maior escola de Programação e Robótica (Ciência da Computação) para crianças e adolescentes do Brasil. A rede surgiu quando seus fundadores — Marco Giroto e Vanessa Ban, que moravam no Vale do Silício (EUA), perceberam que escolas, empresas e políticos americanos estavam se mobilizando para ensinar Ciência da Computação para crianças e adolescentes. Amante da tecnologia, Giroto começou a programar cedo, com apenas 12 anos, e uniu toda sua perícia com a ampla experiência de Vanessa em lecionar para juntos.

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Os fundadores da SuperGeeks, Vanessa Ban e Marco Giroto, moravam no Vale do Silício (EUA)

Com objetivo de ensinar de maneira divertida e criativa crianças e adolescentes a criarem tecnologias, estimulando também a formação de programadores, e de uma geração de criadores de tecnologia e não apenas consumidores.

Para a SuperGeeks, o ano de 2021 foi de muitos desafios e também de aprendizado. A rede destacou-se mais uma vez na Olimpíada Brasileira de Informática, com 14 medalhistas. A única escola de Programação e Robótica para crianças, com esse resultado. Reflexo na agilidade das mudanças, a escola vai fechar o ano com mais de 40 unidades e tem planos de expansão, principalmente com a opção de microfranquia (com atuação 100% on-line).

O empreendedor comenta que o mercado de franquias, em especial o educacional, foi impactado diretamente pela pandemia — não só pela questão do fechamento físico das escolas, mas pelo modelo de aulas on-line, onde muitas organizações ainda não estavam preparadas para efetuar essa mudança.

Entretanto, houveram franqueados da SuperGeeks que se destacaram, devido à atuação comercial, atendimento, pedagógico, faturamento, retenção e novas matrículas, como Alto da Lapa (São Paulo/SP), Fortaleza (Fortaleza/CE), Canoas (Canoas/RS), Vila Mariana (São Paulo/SP) e Itu (Itu/SP).

Ainda sobre o impacto causado pela Covid-19, segundo o relatório da PAINEL TIC sobre o uso da Internet no Brasil durante a pandemia, os recursos utilizados para acompanhamento de aulas ou atividades remotas por estudantes com 16 anos, que frequentam escolas e universidades, foi de 71% através de sites, redes sociais ou plataformas de videoconferência e 55% por aplicativos.

“Ministrar uma aula on-line não é simplesmente colocar uma câmera na sua frente. Precisa se preparar, adaptar conteúdo, fazer um pré e pós-aula alinhado e enfrentar novos desafios da modalidade on-line (como câmeras abertas na casa de um aluno; interação da turma…). Contudo, apesar das adversidades, o setor de franquia conseguiu se reinventar e possui boas expectativas para 2022, considerando a reabertura dos estabelecimentos físicos e o avanço da vacinação”, comenta o empreendedor de sucesso, Marco Giroto.

No contexto atual, fica cada vez mais evidente o papel das tecnologias de informação nos diversos aspectos de nosso cotidiano. Para 2022, Marco finaliza afirmando que as expectativas são de um aumento no faturamento da rede em 50%, diante do reaquecimento do mercado, reabertura física das unidades e conscientização da importância da ciência da computação nesse momento.

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