Como preparar o adolescente e o jovem para o mercado de trabalho frente aos novos modelos da economia? É o que empresas, instituições e poder público vêm se questionando. Uma das principais soluções tem despontado no país: a Aprendizagem 4.0.

Aprendizagem 4.0 ajuda jovens a conquistar vagas no mercado de trabalho

Segundo Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro (Associação de Ensino Social Profissionalizante), o conceito de Indústria 4.0, ou Quarta Revolução Industrial, envolve o uso de tecnologias inovadoras na produção, como robótica, computação em nuvem e inteligência artificial. Mas a nova geração de trabalhadores ainda não está adaptada a esse fenômeno,.

“O modelo de negócios está em profunda transformação no país, potencializada, agora, pela pandemia de Covid-19. Preparar a nova força de trabalho para essas exigências envolve não só o desenvolvimento de novas competências profissionais, como também socioemocionais”, afirma Saade.

Com restrições impostas pela pandemia, formato digital de aprendizagem agiliza a formação para o mundo do trabalho com ferramentas inovadoras.

Instituições como o Espro já aderiram a esse novo tipo de aprendizagem. O Espro, por exemplo, desenvolveu uma plataforma específica para ensino a distância, com uma série de recursos que permitem aos aprendizes e futuros aprendizes desenvolver habilidades pessoais e profissionais.

“Já trabalhávamos com metodologia ativa, onde o ensino é menos transmissivo e mais construtivo. Com a migração para o ensino remoto, percebemos a importância de intensificarmos seu uso, com atividades desenvolvidas para que o aluno tenha protagonismo, para que ele aprofunde conceitos participando, interagindo, construindo ao lado de um instrutor-mediador e dos demais colegas”, afirma Saade.

Para as empresas que já estão inseridas na Economia 4.0, trazer para os seus quadros aprendizes e profissionais jovens adaptados a essa nova dinâmica torna-se muito mais vantajoso. “É visível o aumento de procura e de contratações de perfis com posturas protagonistas, proativas. É, com certeza, uma das grandes tendências do mercado de trabalho no pós-pandemia”, conclui o superintendente executivo.

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